A nossa história

Se a história de A Rocha fosse escrita em um livro, seria em sete capítulos. Algo assim:

Capítulo 1 (1983–1985): Nasce a visão de A Rocha

Primeiro encontro de A Rocha próximo a Liverpool, Inglaterra, em 1983

Primeiro encontro de A Rocha próximo a Liverpool, Inglaterra, em 1983

Pouquíssimos cristãos parecem pensar que a crescente crise ambiental tem algo a ver com eles – e pouquíssimos ambientalistas esperam algo melhor vindo dos cristãos. Como um primeiro passo, bem pequeno, foi criada a “A Rocha Trust”, como uma fundação britânica sem fins lucrativos para estabelecer um centro de estudos Cristão em Portugal, e as famílias dos Harris e Batty se mudaram para o Algarve.

Capítulo 2 (1986–1994): Estabelecendo as fundações na Cruzinha

Centro de estudos Cruzinha

Centro de estudos Cruzinha

Um centro é estabelecido na ria de Alvor e, para surpresa de todos, há uma resposta muito positiva da comunidade local. Os resultados iniciais dos estudos de campo e trabalhos educativos começam a atrair interesse. Gradualmente a participação nacional e a liderança crescem, assim como a influência internacional do projeto. Visitantes começam a chegar em números significativos, vindos de muitos países.

Capítulo 3 (1995–1999): Testando novos lugares

Discussões iniciais no Pântano de Aammiq, Líbano, Maio 1998

Discussões iniciais no Pântano de Aammiq, Líbano, Maio 1998

O projeto português está sob direção nacional, então os conselheiros britânicos d’A Rocha Trust decidem responder aos pedidos de ajuda de outros locais. A decisão tomada  é a de focar em projetos Cristãos distintos para conservação da natureza, particularmente em partes necessitadas do mundo. Peter e Miranda Harris começam a viajar para ajudar a impulsionar outros projetos nacionais. É estabelecido no Reino Unido um escritório e uma estrutura de associados. Cinco novos projetos d’A Rocha começam a se desenvolver no Líbano, Quênia, França, Canadá e no Reino Unido. Discussões ocorrem em diversos outros países onde cristãos desejam iniciar projetos práticos para expressar sua percepção do profundo cuidado de Deus por Sua criação. Todos n’A Rocha tem consciência de estarem se esforçando ao máximo, mas que muito mais poderia ser feito se tivéssemos os recursos.

Capítulo 4 (2000–2001): A rede internacional decola

Líderes dos projetos e dos comitês nacionais se reúnem de tempos em tempos para orar, estudar e aprender juntos (Novembro 1999)

Líderes dos projetos e dos comitês nacionais se reúnem de tempos em tempos para orar, estudar e aprender juntos (Novembro 1999)

Nos tornamos uma rede internacional de movimentos nacionais, cada um com sua própria relevância local, suporte e impacto. Estamos preservando pântanos no Líbano e Portugal, trabalhando em uma floresta no Quênia, ensinando na França e Reino Unido e organizando atividades no Canadá. Mais duas associações nacionais são lançadas, nos Estados Unidos e na República Checa. Em todo lugar há um testemunho da relevância do evangelho cristão. Novos conselheiros e membros do Concílio juntam-se a nós de outras partes do mundo. A Rocha está mudando rapidamente, mas se mantêm como uma distinta organização Cristã, focada em trabalhar em locais onde recursos para ambos, conservação da natureza e o testemunho Cristão, são particularmente necessários.

Com projetos d’A Rocha em oito países, todos em diferentes estágios de crescimento e desenvolvimento, torna-se essencial desenvolver uma estrutura para nosso trabalho futuro que dê total liberdade de iniciativa e ação para os movimentos nacionais, assegurando tanto prestação de contas quanto troca de experiências através da nova organização “guarda-chuva”, A Rocha Internacional (ARI).

Em Setembro de 2000, David Payne se torna Diretor Administrativo d’A Rocha Internacional e, com sua esposa Betty, junta-se ao pequeno time existente: Peter e Miranda Harris e Barbara Mearns. O papel deles é assegurar treinamento e recursos para todos os projetos.

Capítulo 5 (2002–2006): Crescimento rápido!

Lançamento oficial de A Rocha Países Baixos

Lançamento oficial de A Rocha Países Baixos

2002 é um ano empolgante, com quase todos os times existentes crescendo em tamanho. Durante os próximos quatro anos oito novas organizações nacionais se juntaram ao time formalmente: Finlândia, Bulgária, Países Baixos, Índia, Gana, África do Sul, Peru e Brasil.

O time internacional é fortalecido pelas adições de um Diretor Científico baseado em Portugal, uma Coordenadora Europeia baseada em Bruxelas um Diretor de Desenvolvimento baseado na França.

O Climate Stewards foi lançado em 2006 para nos encorajar a todos a reduzir a nossa pegada ecológica e compensar as emissões inevitáveis de carbono apoiando projetos de reflorestação comunitários e de fogões de cozinha eficientes em Gana, Quênia e México.

Capítulo 6 (2007–2014): Crescimento nacional…

Depois de operar com um pequeno e geograficamente disperso time internacional por 8 anos, A ARI se reestrutura em 2008–2009, para que a liderança seja compartilhada por uma pequena Equipe de Diretores baseada no Reino Unido. Mais especialistas juntam-se ao grupo, incluindo Dave Bookless, para promover liderança teológica e assegurar que nossa ciência conservacionista esteja integrada com nossos valores bíblicos.

Três novas organizações nacionais juntam-se a família: Nova Zelândia, Suíça e Uganda, totalizando dezenove. Outras expandem suas influências. No Canadá existem agora três pólos: na Colúmbia Britânica, no Manitoba e em Ontário, enquanto o “Good Seed Sunday” (Domingo da Boa Semente) auxilia igrejas por todo país a se importar com a criação.

A Rocha Gana rapidamente adiciona novos programas, de forma que em 2013 existem bases operacionais em cinco regiões, protegendo algumas das melhores regiões para a vida silvestre, desde a savana em torno do Parque Nacional Mole até o mangue das lagoas costeiras. O programa mais ambicioso deles é desenvolvido para proteger a Reserva Florestal Atewa da mineiração industrial, com atividades em escala local, nacional e global.

A Rocha Gana tem treinado mais de 5.000 pessoas em meios de subsistência novos e sustentáveis, como esta mulher que está aprendendo a criar caracóis como parte do programa para proteger os mangues costais.

A Rocha Gana tem treinado mais de 5.000 pessoas em meios de subsistência novos e sustentáveis, como esta mulher que está aprendendo a criar caracóis como parte do programa para proteger os mangues costais.

Capítulo 7: Olhando em frente

Pesquisa e conservação: As regiões mais ricas em vida selvagem ainda estão sendo destruídas ou degradadas em um ritmo assustador – portanto estamos expandindo nosso Programa de Florestas Tropicais no Quênia, Gana, Índia e Peru. Estamos também expandindo nossos programas no ecossistema Mediterrâneo, um local-chave sob tremendo estresse.

A Rocha Peru está restaurando florestas costeiras secas.

A Rocha Peru está restaurando florestas costeiras secas.

Provendo recursos para a igreja global: Estamos desenvolvendo treinamentos e novos recursos de muitas maneiras diferentes. Por exemplo, em 2015, em uma parceria com a WEA (Aliança Evangélica Mundial) e o Movimento Lausanne, estamos organizando conferências regionais na África Oriental, África Ocidental e nas Américas do Sul e Norte para facilitar iniciativas nacionais de cuidado com a criação.

Educação ambiental: A cada ano A Rocha envolve milhares de pessoas, de todas as idades e muitas religiões, em atividades que os apresentam às questões ambientais locais e globais e a ARI espera, em breve, adquirir fundos para nomear um Diretor de Educação Ambiental.

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